Precisam reconfigurar seus ERPs para lidar tanto com o modelo tributário atual quanto com o novo sistema de IVA dual (CBS federal + IBS estadual/municipal.
Devem assegurar que os sistemas permitam o cálculo correto dos tributos com base nas novas regras - como parâmetros tributários flexíveis, códigos fiscais adequados.
Devem fornecer atualizações e integração com obrigações acessórias. Devem ainda oferecer treinamento e suporte contínuo
Têm papel central na interpretação das novas regras, orientação sobre regimes tributários (Simples, MEI ou novo sistema), e no planejamento para minimizar impactos financeiros e operacionais.
A escrituração, que antes era vista como mera formalidade, torna-se essencial para comprovar direitos creditórios (não cumulatividade) e para demonstrar regularidade fiscal.
No período de transição, os contadores deverão validar as operações tanto do regime atual quanto do novo (CBS + IBS), garantindo conformidade nos dois sistemas.
Precisam preparar as equipes contábil, fiscal e financeira para operar com a nova estrutura tributária, bem como promover integração entre áreas (fiscal, compras, TI).
É necessário revisar processos internos, cadastros fiscais, estratégias de preço, relacionamento com fornecedores e logística para lidar com variações de alíquotas estaduais/municipais e manter margens adequadas.
Necessário capacitar os operadores (faturisas, estoquistas, etc) do sistema ERP e pela parametrização e adequação das novas codificções (CST IBS/CBS e Classificação Tributária IBS/CBS)
Investir em sistemas que automatizem apuração de tributos, obrigações acessórias e garantam conformidade traz benefícios em transparência, redução de riscos e até melhoria de reputação junto ao fisco.
FONTE: CHATGPT